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Não é demais?
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quarta-feira, 13 de junho de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
plantinhas, vasos, terra, gnomo...
Ois!
Não sei se vc já fez este exercício, mas acho que vale a pena: qualquer dia destes, se disponha a prestar atenção no caminho que vc faz da casa para o trabalho (ou de casa para a faculdade, escola, clube, igreja, etc). Você pode dizer "mas eu já faz isso todo dia, afinal de contas preciso ficar atento(a) para não bater o carro!". Ok, mas estou te propondo prestar atenção mesmo - nos mínimos detalhes, virando o pescoço para ver as fachadas e esquinas de outro ângulo, olhando para cima até o último andar dos prédios, reparando na copa das árvores.
Ainda não se motivou? quem sabe com uma aposta: eu tenho certeza que vc vai encontrar alguma coisa que nunca tinha percebido. Te dou um exemplo: outro dia, voltando do almoço, gastei 5 minutinhos na frente do jardim de uma casa só reparando na beleza do jardim. Tinham umas 5 orquídeas (no alto de 3 árvores, bem na sombra, cada uma de uma cor) e 2 canteiros de rosas vermelhinhas.
Pode paracer romantico demais para um domingo a noite - meio Poliana, da minha parte - mas acho isso um máximo. Digo isso porque as cidades podem ser tão áridas, tão impessoais, tão cinza que qualquer flor é brilho.
Quer outro exemplo de beleza/leveza na cidade? Músicos no metrô. Tem sempre um pessimista que vai dizer que o cara está lá tocando só para ganhar um trocado, mas eu não deixo de achar que ter música nos corredores é uma forma de embelezar a cidade em que se vive. é uma forma de torná-la um pouquinho mais aprazível aos olhos, ouvidos e sei lá.
Semana passada, quando eu estava a caminho do trabalho, escutei na rádio CBN que um maluquinho em Nova York inventou um jardim portátil (??). A ideia do mocinho é adaptar o teto dos ônibus da cidade para que eles carregem um jardim (plantinhas, vasos, terra, gnomo...), aumentando assim a área verde da cidade.
Na hora que escutei a notícia, foi um pouco difícil de imaginar, mas, de curiosidade, entrei no site para ver ( http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/04/jardim-em-cima-do-onibus/ ) e curti. Preconceitos e resistencias a parte, pensei que esta é uma maneira de transformar um espaço que não serve para muita coisa de forma a suavizar a Selva de Pedra de todo dia.
Não sei se vc já fez este exercício, mas acho que vale a pena: qualquer dia destes, se disponha a prestar atenção no caminho que vc faz da casa para o trabalho (ou de casa para a faculdade, escola, clube, igreja, etc). Você pode dizer "mas eu já faz isso todo dia, afinal de contas preciso ficar atento(a) para não bater o carro!". Ok, mas estou te propondo prestar atenção mesmo - nos mínimos detalhes, virando o pescoço para ver as fachadas e esquinas de outro ângulo, olhando para cima até o último andar dos prédios, reparando na copa das árvores.
Ainda não se motivou? quem sabe com uma aposta: eu tenho certeza que vc vai encontrar alguma coisa que nunca tinha percebido. Te dou um exemplo: outro dia, voltando do almoço, gastei 5 minutinhos na frente do jardim de uma casa só reparando na beleza do jardim. Tinham umas 5 orquídeas (no alto de 3 árvores, bem na sombra, cada uma de uma cor) e 2 canteiros de rosas vermelhinhas.
Pode paracer romantico demais para um domingo a noite - meio Poliana, da minha parte - mas acho isso um máximo. Digo isso porque as cidades podem ser tão áridas, tão impessoais, tão cinza que qualquer flor é brilho.
Quer outro exemplo de beleza/leveza na cidade? Músicos no metrô. Tem sempre um pessimista que vai dizer que o cara está lá tocando só para ganhar um trocado, mas eu não deixo de achar que ter música nos corredores é uma forma de embelezar a cidade em que se vive. é uma forma de torná-la um pouquinho mais aprazível aos olhos, ouvidos e sei lá.
Semana passada, quando eu estava a caminho do trabalho, escutei na rádio CBN que um maluquinho em Nova York inventou um jardim portátil (??). A ideia do mocinho é adaptar o teto dos ônibus da cidade para que eles carregem um jardim (plantinhas, vasos, terra, gnomo...), aumentando assim a área verde da cidade.
Na hora que escutei a notícia, foi um pouco difícil de imaginar, mas, de curiosidade, entrei no site para ver ( http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/04/jardim-em-cima-do-onibus/ ) e curti. Preconceitos e resistencias a parte, pensei que esta é uma maneira de transformar um espaço que não serve para muita coisa de forma a suavizar a Selva de Pedra de todo dia.
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
Sabedoria (?) popular
Contrariei a sabedoria popular. Aquela história de que "não se deve julgar um livro pela capa" pode até ser verdade, mas em épocas de design avançado, fui seduzida pela capa de um CD.
Eu estava acompanhando meu Amado, em meio de prateleiras, caixinhas, títulos e sons e, percebendo que tenho escutado basicamente o que ELE escuta (convivência extrema faz isso mesmo), resolvi adquirir um CD para mim. Do meu gosto. Para mim.
Comecei a procurar naquela loucura e imensidão de opções, mas nada me apetecia... lady gaga não, as mesmas bandas de novo não, as 7 melhores da pam podem ser ouvidas na rádio, artistas performaticos demais tb não, tema de novelas nem pensar... oba, gostei desta capa! que banda é esta? não sei... nesta hora, o vendedor estava longe demais para perguntar - na verdade, o que aquele moço poderia dizer sobre o meu gosto musical? nada...
Olhei novamente para a capinha do CD, buscando alguma dica sobre o tipo de som da banda, de onde vinham, qual o estilo... a única mulher do grupo, estava com uma roupa diferente e à frente da banda - deve ser a cantora (negra. q deve ter um vozerão).
Atrás dela, uma big band (8 caras) que, pelo modelito moderno/vintage/vestidos-tipo-conjuntinho, deve ter um que toca um tecladinho bacana + algum instrumento de sopro. a mistura de idade deles é um bom sinal (gente experiente com gente "verdinha", jovem).
Afoto foi tirada nos fundos de um prédio - tipo na escala de incêndio. isso me leva a acreditar que são músicos - não rock-stars, fazem o som pela música, não pela fama.
É...
Vou levar. - "Só espero que não seja um monte de gringo fazendo versões infames de bossa nova..."
Curti. Curti muito... do jeito que eu gosto.
Acho que a dica da capa do livro não pode ser aplicada a Cds. que bom!
Eu estava acompanhando meu Amado, em meio de prateleiras, caixinhas, títulos e sons e, percebendo que tenho escutado basicamente o que ELE escuta (convivência extrema faz isso mesmo), resolvi adquirir um CD para mim. Do meu gosto. Para mim.
Comecei a procurar naquela loucura e imensidão de opções, mas nada me apetecia... lady gaga não, as mesmas bandas de novo não, as 7 melhores da pam podem ser ouvidas na rádio, artistas performaticos demais tb não, tema de novelas nem pensar... oba, gostei desta capa! que banda é esta? não sei... nesta hora, o vendedor estava longe demais para perguntar - na verdade, o que aquele moço poderia dizer sobre o meu gosto musical? nada...
Olhei novamente para a capinha do CD, buscando alguma dica sobre o tipo de som da banda, de onde vinham, qual o estilo... a única mulher do grupo, estava com uma roupa diferente e à frente da banda - deve ser a cantora (negra. q deve ter um vozerão).
Atrás dela, uma big band (8 caras) que, pelo modelito moderno/vintage/vestidos-tipo-conjuntinho, deve ter um que toca um tecladinho bacana + algum instrumento de sopro. a mistura de idade deles é um bom sinal (gente experiente com gente "verdinha", jovem).
Afoto foi tirada nos fundos de um prédio - tipo na escala de incêndio. isso me leva a acreditar que são músicos - não rock-stars, fazem o som pela música, não pela fama.
É...
Vou levar. - "Só espero que não seja um monte de gringo fazendo versões infames de bossa nova..."
Curti. Curti muito... do jeito que eu gosto.
Acho que a dica da capa do livro não pode ser aplicada a Cds. que bom!
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Resenhas Musicais
sábado, 31 de março de 2012
cuidado com o que vc diz por aí - pode ser demais para mim
Depois de sair e encontrar pessoas, deito na minha cama e alguns trechos das conversar daquela noite me vêm a cabeça. Rapidamente, chego a uma consulsão: preferiria não saber tantos detalhes sobre os problemas, crises e dúvidas alheias. Sei que a omissão pode ser ruim, mas a riqueza de detalhes, quando excessiva, também pode ser prejudicial.
Agora, fico eu, com todas estas histórias a povoar minha mente, rezando para que esta lembrança não dure muito. Sim, me dispus a escutar - talvez este seja o erro. Não, não quero saber das suas sujeiras, do quanto você insistiu, do seu desespero desequilibrado nem das mentiras que inventou para justificá-lo.

Se eu quisesse saber sobre bizarrices e dramas, assistiria a um filme do Almodovar.
Agora, fico eu, com todas estas histórias a povoar minha mente, rezando para que esta lembrança não dure muito. Sim, me dispus a escutar - talvez este seja o erro. Não, não quero saber das suas sujeiras, do quanto você insistiu, do seu desespero desequilibrado nem das mentiras que inventou para justificá-lo.

Se eu quisesse saber sobre bizarrices e dramas, assistiria a um filme do Almodovar.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Coisa Fina
Será q vcs ja tiveram a sorte de conhecer o http:// manualpraticodebonsmodosemlivr arias.blogspot.com/??
Vi uma pessoa comentando sobre ele no facebook e, atraída pelo título, entrei. Simplesmente adorei! Além do (mal) humor ácido, amei como nossa amiga da livraria fala dos momentos "OLHA....". Eles realmente não são incomuns no dia a dia das pessoas iluminadas por Deus, não é? Fiquei convicta disso na sexta passada, quando eu mesma presenciei um momento "olha...", digno de Manuais Práticos com estes olhos e ouvidos q a terra há de comer.
Eu estava sendo (bem) atendida pelo vendedor de Cds da Leitura - ele estava me mostrando um DVD do George Clinton, um dos grandes nomes da musica negra, gravado em um show no Festival de Montreaux - quando um sujeito de mais de 30 e menos de 40 anos perguntou ao vendedor:
- amigo, oq vc tem ai tipo Lounge?
- Lounge? Tipo oq vc gosta? Tem algum artista q vc prefere?
- Lounge... Para tocar uma festinha, tipo jantarzinho...
(silencio sem sinal de resposta por parte do vendedor)
- Um Lounge, mas eu quero coisa fina, cara!
...
Acho q se fosse eu, saceava e mostrava o CD do Kenny G pro sujeito. Coisa fina, ne?
Vi uma pessoa comentando sobre ele no facebook e, atraída pelo título, entrei. Simplesmente adorei! Além do (mal) humor ácido, amei como nossa amiga da livraria fala dos momentos "OLHA....". Eles realmente não são incomuns no dia a dia das pessoas iluminadas por Deus, não é? Fiquei convicta disso na sexta passada, quando eu mesma presenciei um momento "olha...", digno de Manuais Práticos com estes olhos e ouvidos q a terra há de comer.
Eu estava sendo (bem) atendida pelo vendedor de Cds da Leitura - ele estava me mostrando um DVD do George Clinton, um dos grandes nomes da musica negra, gravado em um show no Festival de Montreaux - quando um sujeito de mais de 30 e menos de 40 anos perguntou ao vendedor:
- amigo, oq vc tem ai tipo Lounge?
- Lounge? Tipo oq vc gosta? Tem algum artista q vc prefere?
- Lounge... Para tocar uma festinha, tipo jantarzinho...
(silencio sem sinal de resposta por parte do vendedor)
- Um Lounge, mas eu quero coisa fina, cara!
...
Acho q se fosse eu, saceava e mostrava o CD do Kenny G pro sujeito. Coisa fina, ne?
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