Buenas.
Se vc é uma pessoa que mantém seus ouvidos bem abertos em suas idas e vindas, com certeza, aprende muito - e é mais certo ainda que ria muito com as bobagens que algumas pessoas falam por aí!
Outro dia, me contaram um diálogo muito curioso que se deu no ônibus:
"- Não fulana... POBLEMA é quando é com os outros! POBREMA é quando é com você!" :)
Recentemente, escutei outra pérola: "Cavalo que tem São Jorge, não anda a pé"!
Isso sim é sabedoria popular!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
achei
"queridos amigos da rede globo",
terminei de ler um livro recentemente que gostei bastante. Se chama RUM - DIÁRIO DE UM JORNALISTA BÊBADO e, para quem gosta de narrativas envolventes, recomendo.
Lendo, encontri uma frase muito legal, em que o autor conseguiu resumir um sentimento que eu tenho sempre que vou a uma cidade que não conheço. Sentimento este que nunca consegui explicar bem, mas que ficou totalmente claro através da frase:
"Dentro do táxi, relaxei e acendi um pequeno charuto comprado na lanchonete. Estava me sentindo melhor, sonolento, aquecido e completamente livre. Vendo as palmeiras passarem e olhando para o sol imenso queimando a estrada, tive um vislumbre de algo que não sentia desde meus primeiros meses na Europa - uma mistura de ignorância com uma certa confiança incerta e despreocupada, do tipo que costuma surgir em um homem quando o vento volta a soprar e ele começa a se mover em linha reta na direção de um horizonte desconhecido."
terminei de ler um livro recentemente que gostei bastante. Se chama RUM - DIÁRIO DE UM JORNALISTA BÊBADO e, para quem gosta de narrativas envolventes, recomendo.
Lendo, encontri uma frase muito legal, em que o autor conseguiu resumir um sentimento que eu tenho sempre que vou a uma cidade que não conheço. Sentimento este que nunca consegui explicar bem, mas que ficou totalmente claro através da frase:
"Dentro do táxi, relaxei e acendi um pequeno charuto comprado na lanchonete. Estava me sentindo melhor, sonolento, aquecido e completamente livre. Vendo as palmeiras passarem e olhando para o sol imenso queimando a estrada, tive um vislumbre de algo que não sentia desde meus primeiros meses na Europa - uma mistura de ignorância com uma certa confiança incerta e despreocupada, do tipo que costuma surgir em um homem quando o vento volta a soprar e ele começa a se mover em linha reta na direção de um horizonte desconhecido."
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Idas e Vindas em época de Campanha Eleitoral
CAMPANHAS ELEITORAIS
As idas e vindas em épocas de campanha eleitoral sempre ficam mais coloridas – placas de “Dr. Saracura”, banners de “Cabo Zezão”, faixas de “Fulaninho da Ambulância” enfeitam as ruas das cidades brasileiras entre agosto e outubro dos anos eleitorais. Ao cruzar a cidade ou ao fazer um breve passeio a pé é impossível não ver, pelo menos, um exemplar da criatividade alheia.
Inclusive, estive pensando o quanto a “indústria do voto” gera empregos e desenvolve as comunidades locais. Imaginem só a quantidade de gente que aprendeu e/ou exercitou suas habilidades no Photoshop ultimamente? É só pensar que, para cada carinha ridícula que você vê em um santinho por aí, existe alguém que retocou o rosto daquele infeliz.
Além disso, o que seria dos “impostadores de bandeiras” da Savassi sem os candidatos ao governo do estado? Acredito que a população da região triplicou durante o período de eleição – e com isso, a demanda por restaurantes, hospedagem, transporte, sessões de descarrego, etc.
Entretanto, o que mais me chama a atenção neste circo eleitoreiro é o que as pessoas fazem dele. Talvez meu interesse nisso se justifique pela minha própria incapacidade de escolher um candidato descente entre um ruim e outro pior.
De qualquer forma, considero que é inevitável sorrir ao ver o cartaz de um candidato pichado, a imagem de um político artificialmente banguela, ou o vídeo de um palhaço querendo ser um deputado federal. Sendo assim, faço minha contribuição ao vandalismo político neste blog.
Conheçam a minha versão do velho cretino Newtão.
Ps: gostou? Mande sua contribuição e ela poderá ser publicada neste blog!
As idas e vindas em épocas de campanha eleitoral sempre ficam mais coloridas – placas de “Dr. Saracura”, banners de “Cabo Zezão”, faixas de “Fulaninho da Ambulância” enfeitam as ruas das cidades brasileiras entre agosto e outubro dos anos eleitorais. Ao cruzar a cidade ou ao fazer um breve passeio a pé é impossível não ver, pelo menos, um exemplar da criatividade alheia.
Inclusive, estive pensando o quanto a “indústria do voto” gera empregos e desenvolve as comunidades locais. Imaginem só a quantidade de gente que aprendeu e/ou exercitou suas habilidades no Photoshop ultimamente? É só pensar que, para cada carinha ridícula que você vê em um santinho por aí, existe alguém que retocou o rosto daquele infeliz.
Além disso, o que seria dos “impostadores de bandeiras” da Savassi sem os candidatos ao governo do estado? Acredito que a população da região triplicou durante o período de eleição – e com isso, a demanda por restaurantes, hospedagem, transporte, sessões de descarrego, etc.
Entretanto, o que mais me chama a atenção neste circo eleitoreiro é o que as pessoas fazem dele. Talvez meu interesse nisso se justifique pela minha própria incapacidade de escolher um candidato descente entre um ruim e outro pior.
De qualquer forma, considero que é inevitável sorrir ao ver o cartaz de um candidato pichado, a imagem de um político artificialmente banguela, ou o vídeo de um palhaço querendo ser um deputado federal. Sendo assim, faço minha contribuição ao vandalismo político neste blog.
Conheçam a minha versão do velho cretino Newtão.
Ps: gostou? Mande sua contribuição e ela poderá ser publicada neste blog!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
ME LAVE
Prezados,
Meu carro está entrou em estágio “calamitoso” de sujeira...
Há dias, tenho observado que os lavadores de carro não têm me oferecido mais para dar aquela geral no veículo – ninguém mais diz: “Oh dona, vamo lavar hoje?”.
Pelo contrário. Quando estaciono, procuro pelo lavador na rua, mas logo eles se escondem atrás de outros carros (mais limpos que o meu). Ganhei até isenção de gorjeta, pois não me cobram mais!
Entretanto, esta história chegou a seu ápice na semana passada. Ao sair do trabalho, encontrei meu carro na rua (do jeito que eu o deixei lá), porém com um recado: um “ME LAVE!” escrito no vidro traseiro com a própria sujeira do carro... Um grito de misericórdia! “Me lave”! Ironicamente, achei o mááááximo que meu carro tinha se transformado em brinquedo dos meninos que passam na rua! Molecagem. Mas havia algo estranho naquele recado... tinha uma palavra que estava difícil de identificar. “Me lave p... l... e... a... s... e....”. “Please”?!?!?!? Como assim? Estes moleques estavam muito espertinhos. Sabiam até escrever em inglês! Uau! Curioso, mas quem mais poderia ser?!
Na manhã seguinte, quando cheguei ao trabalho, descobri que meus coleguinhas, com dó do meu carro, escreveram aquela súplica! Hehe
Por um momento, pensei que até os moleques já estavam se preparando para a copa e escrevendo recados em inglês!
Ps: e se vc pensa que depois disso lavei o carro, vc está enganado...
Meu carro está entrou em estágio “calamitoso” de sujeira...
Há dias, tenho observado que os lavadores de carro não têm me oferecido mais para dar aquela geral no veículo – ninguém mais diz: “Oh dona, vamo lavar hoje?”.
Pelo contrário. Quando estaciono, procuro pelo lavador na rua, mas logo eles se escondem atrás de outros carros (mais limpos que o meu). Ganhei até isenção de gorjeta, pois não me cobram mais!
Entretanto, esta história chegou a seu ápice na semana passada. Ao sair do trabalho, encontrei meu carro na rua (do jeito que eu o deixei lá), porém com um recado: um “ME LAVE!” escrito no vidro traseiro com a própria sujeira do carro... Um grito de misericórdia! “Me lave”! Ironicamente, achei o mááááximo que meu carro tinha se transformado em brinquedo dos meninos que passam na rua! Molecagem. Mas havia algo estranho naquele recado... tinha uma palavra que estava difícil de identificar. “Me lave p... l... e... a... s... e....”. “Please”?!?!?!? Como assim? Estes moleques estavam muito espertinhos. Sabiam até escrever em inglês! Uau! Curioso, mas quem mais poderia ser?!
Na manhã seguinte, quando cheguei ao trabalho, descobri que meus coleguinhas, com dó do meu carro, escreveram aquela súplica! Hehe
Por um momento, pensei que até os moleques já estavam se preparando para a copa e escrevendo recados em inglês!
Ps: e se vc pensa que depois disso lavei o carro, vc está enganado...
domingo, 15 de agosto de 2010
camera+celular
efinitivamente, os celulares com câmeras já provaram sua grande utilidade para mim – inclusive, desde a criação deste blog, ela ficou mais evidente. Eu não tenho que andar com dois equipamentos eletrônicos na bolsa (um celular e uma câmera), não corro o risco de estar com a máquina em casa quando mais preciso dela comigo, além de ter a possibilidade de registrar alguns momentos preciosos com considerável discrição. Citar-lhes-ei um exemplo corriqueiro.
Outro dia, caminhava pela rua enquanto pensava na vida, quando de repente, reparei que, em minha frente, havia um sujeito com uma mancha na calça... bem no popozão. Cheguei mais perto (discretamente, é claro) para ver. Aquela mancha não “era um pássaro, nem um avião” – era um super chicletes!!
Ao constatar esta (in)feliz situação,rapidamente, enviei a mão na bolsa para pegar meu celular e registrar o momento. (Nossa, eu não podia perder esta! Tinha que colocar no Idas e Vindas!) Com todo jeitinho e astúcia, consegui tirar uma foto do traseiro melecado (arhh!) sem levantar suspeitas!! (imagine se o sujeito vira e me vê com uma máquina fotográfica na mão, rindo e tirando uma foto da bunda dele??!! Com o celular, eu poderia pelo menos fingir que estava ligando, ou escrevendo uma inocente mensagem!)
Voltado ao chicletes, fiquei pensando quanto tempo iria levar para alguém dizer ao pobrezinho do traseiro que ele tinha sentado num chicletes... Quem seria a alma caridosa que lhe pouparia de mais algum constrangimento?
Não, não fui eu.
Outro dia, caminhava pela rua enquanto pensava na vida, quando de repente, reparei que, em minha frente, havia um sujeito com uma mancha na calça... bem no popozão. Cheguei mais perto (discretamente, é claro) para ver. Aquela mancha não “era um pássaro, nem um avião” – era um super chicletes!!
Ao constatar esta (in)feliz situação,rapidamente, enviei a mão na bolsa para pegar meu celular e registrar o momento. (Nossa, eu não podia perder esta! Tinha que colocar no Idas e Vindas!) Com todo jeitinho e astúcia, consegui tirar uma foto do traseiro melecado (arhh!) sem levantar suspeitas!! (imagine se o sujeito vira e me vê com uma máquina fotográfica na mão, rindo e tirando uma foto da bunda dele??!! Com o celular, eu poderia pelo menos fingir que estava ligando, ou escrevendo uma inocente mensagem!)
Voltado ao chicletes, fiquei pensando quanto tempo iria levar para alguém dizer ao pobrezinho do traseiro que ele tinha sentado num chicletes... Quem seria a alma caridosa que lhe pouparia de mais algum constrangimento?
Não, não fui eu.
domingo, 8 de agosto de 2010
É impressionante como a culpa é algo poderoso, e por isso, capaz de mudar a opinião de qualquer um em questões de segundos. Comecei a pensar nisso outro dia, no trânsito, em uma das minhas idas e vindas. Como pé quente que sou, me estressar com o motorista que está na minha frente é algo corriqueiro. Barbeiros, lerdos e imperitos, de forma em geral, deveriam ser banidos das ruas para todo o sempre. Sem dó nem piedade. Quando cruzo com um destes, eu xingo, buzino,tento uma ultrapassagem, amaldiçôo 3 gerações do infeliz. Faço tudo isso na certeza de que estou no meu direito de motorista, cidadã e pessoa que anda sempre atrasada por aí.
Porém, outro dia, percebi que uma certa cabeleira branca e um conjunto de rugas “atropelaram” meu estômago enquanto que eu estava em meu (merecido) ataque de ira motorizado. Eu destilei toda a minha raiva contra (imaginem) um adorável velhinho – daqueles tipo Seu Firmino, porteiro do Carrossel. Ele dirigia seu carro, talvez na mesma marcha que conduziriam seus próprios passos, tomando o maior cuidado com os buracos e poças d’agua e eu só fui capaz de apressá-lo e, insensivelmente, passar por cima dele. Ai, que vergonha. Quase morri de dor no coração e de vergonha dos meus pais, das minhas queridas e vigorosas avós.
Agora, antes de xingar ou buzinar, procuro olhar bem para ver se o motorista não é nenhum velhinho. O problema é que não ando enxergando muito bem mais. Acho que a idade está chegando... Por acaso, você teria um bom médico para me indicar, meu filho?
Porém, outro dia, percebi que uma certa cabeleira branca e um conjunto de rugas “atropelaram” meu estômago enquanto que eu estava em meu (merecido) ataque de ira motorizado. Eu destilei toda a minha raiva contra (imaginem) um adorável velhinho – daqueles tipo Seu Firmino, porteiro do Carrossel. Ele dirigia seu carro, talvez na mesma marcha que conduziriam seus próprios passos, tomando o maior cuidado com os buracos e poças d’agua e eu só fui capaz de apressá-lo e, insensivelmente, passar por cima dele. Ai, que vergonha. Quase morri de dor no coração e de vergonha dos meus pais, das minhas queridas e vigorosas avós.
Agora, antes de xingar ou buzinar, procuro olhar bem para ver se o motorista não é nenhum velhinho. O problema é que não ando enxergando muito bem mais. Acho que a idade está chegando... Por acaso, você teria um bom médico para me indicar, meu filho?
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
gêmeos siamêses
Acabei de ter uma notícia boa e engraçada ao mesmo tempo: fiquei sabendo que uma querida amiga - Senhorita Fernanda Avellar - e eu tivemos a mesma idéia a mais ou menos 6 meses atrás e ambas criamos um blog sobre viagens, sobre idas e vindas. Não satisfeitas, escolhemos até o mesmo fundo para a página!! heheh
estou falando do blog : http://comescala.blogspot.com/
Confiram!!
(bjs para a fê!)
estou falando do blog : http://comescala.blogspot.com/
Confiram!!
(bjs para a fê!)
Sempre que vôo, passo e vejo situações muito típicas de momentos de trânsito. Listo algumas que considero clássicas e (às vezes) engraçadas.
- Os comportamentos de homens e mulheres no avião são bem diferentes. Geralmente (claro que existem exceções), os rapazes e senhores sentam-se e rapidamente se acomodam – pegam um livro para ler, viram para o lado e dormem, ficam de olho na janela. Absolutamente ao contrário, senhoras e mocinhas são capazes de realizar várias atividades em um simples vôo BH-São Paulo (ou seja, curto). Já observei que as duas atividades mais freqüentes são:
1º Lugar – Arrumar a bolsa: esta é a hora perfeita de jogar fora os canhotos de cartão de crédito e notas fiscais do fundo da bolsa; de guardar as moedinhas soltas na carteira ou no porta-níqueis; de fazer anotações passadas e futuras da agenda; de procurar (e abrir) a caixinha de chicletes que recebeu de troco e de ....
(que rufem os tambores)
2º Lugar – Pegar aquele pequeno espelho, dar uma conferida no visual e RETOCAR A MAQUILAGEM! Os itens mais usados são o baton, o blush e uma penteadinha no cabelo. É batata!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
cores
Oi!
ontem postei sobre as flores nas ruas. Sem dúvida, elas são responsáveis por colorir a cidade, entretanto, tenho observado que os tons vão além da natureza - as cores têm se tornado um opção das pessoas. Nas roupas, nos acessórios, nas fachadas das ruas e, mais recentemente, nos carros!
O novo fiat uno que o diga!
Menos "post it" e mais "Minas gás", fotografei este Cross Fox. Gostou?
ontem postei sobre as flores nas ruas. Sem dúvida, elas são responsáveis por colorir a cidade, entretanto, tenho observado que os tons vão além da natureza - as cores têm se tornado um opção das pessoas. Nas roupas, nos acessórios, nas fachadas das ruas e, mais recentemente, nos carros!
O novo fiat uno que o diga!
Menos "post it" e mais "Minas gás", fotografei este Cross Fox. Gostou?
quinta-feira, 15 de julho de 2010
ipês
tem dias que estou fotografando a cidade de BH!
tá valendo a pena levantar a cabeça e olhar para as árvores floridas...
esta é da praça da liberdade, em um domingo de tarde. Delícia!
tá valendo a pena levantar a cabeça e olhar para as árvores floridas...
esta é da praça da liberdade, em um domingo de tarde. Delícia!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
ainda sobre o filme
Ainda sobre o filme “viajo porque preciso, volto porque te amo”, fiquei pensado: mais importante do que ir, é voltar. Digo isso porque é na volta, que as coisas se concretiza, que elas acontecem.
Vc só vai a Lua se for e voltar. Sua viagem só vale a pena, se vc chegar dela – caso contrário, ela não termina e vc continua em suspenso.
Não é à toa que dizemos que alguém “viaja na maionese” e não que alguém “chega na maionese”.
Vc só vai a Lua se for e voltar. Sua viagem só vale a pena, se vc chegar dela – caso contrário, ela não termina e vc continua em suspenso.
Não é à toa que dizemos que alguém “viaja na maionese” e não que alguém “chega na maionese”.
terça-feira, 6 de julho de 2010
retificação - VIAJO PORQUE PRECISO, VOLTO PORQUE TE AMO
Há alguns dias, postei no blog esta frase (“viajo porque preciso, volto porque te amo”). Um tempo depois, descobri que ela é, originalmente, o título de um filme brasileiro recém lançado e, atualmente, em cartaz em belo horizonte. É claro que fui ver.
Meu interesse não foi só pelo título (por mais baranga que seja a frase, gosto dela), mas também porque imaginei que o enredo seria interessante e altamente ligado ao objetivo deste blog – publicar reflexões que surgem nos momentos de “idas e vindas”, de viagem, de trânsito.
De fato, o personagem principal (do qual só se conhece a voz) parte para uma viagem a trabalho de 30 dias pelo interior do Ceará e, pelo caminho, pensa muito em sua “galega”, em seu casamento e no que vê pela frente (as realidades chocantes, a solidão, a saudade, as falhas tectônicas, etc). Da mesma forma que neste blog, a viagem é vista como um momento para pensar, para perceber detalhes e características do que nos cerca, de sentir saudades de casa, etc.
Devo confessar que o resultado final foi um pouco decepcionante: filme um pouco lento (como quase todas as obras que falam sobre o nordeste, “Viajo porque preciso” é árido, calado e monótono com a própria paisagem), sem profundidade. O que mais me deixou intrigada, entretanto foi o final. Quando você acha que o filme está chegando em seu clímax, ele acaba de repente – sem “quê nem pra quê”. Sinceramente, fiquei parada na cadeira do cinema, vendo o letreiro passar, mas sem entender, pois, para mim, o filme não tinha terminado. Não sei se estou conseguindo ser clara... talvez só indo assistir para entender, mas para mim, o filme acabou mesmo não tendo chegado ao seu fim.
Depois, quando cheguei em casa, compreendi esta situação melhor. Realmente, a história do filme não chegou ao fim. O personagem acabou de se encontrar, de entender o real motivo de sua viagem e para que aquilo tudo lhe servia. Na verdade, é justamente por isso que o filme não poderia acabar, mas, é exatamente por este mesmo motivo que ele acaba: é porque ali começou outra coisa.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
tempos modernos
Pela primeira vez, tive um vôo cancelado hoje. sem motivos aparentes, a companhia aérea resolveu que o avião não vinha mais para o aeroporto onde estou.
Nosso vôo de 8:49 foi para............ 12:04. brincadeira, né?
O jeito foi procurar um lugar para sentar e correr atrás do tempo perdido (ou melhor, do tempo que está correndo mais rápido do que eu).
Por causa disso, estou sentada em um restaurante em que ninguém come - só digita.
90% das pessoas sentadas (inclusice eu) estão de olho nas telas, com suas orelhas grudadas em telefones multifuncinais e com as cabeças beeeeem longe daqui.
Muito doido.
Tô achando que garçon vai virar uma profissão em extinção.
Nosso vôo de 8:49 foi para............ 12:04. brincadeira, né?
O jeito foi procurar um lugar para sentar e correr atrás do tempo perdido (ou melhor, do tempo que está correndo mais rápido do que eu).
Por causa disso, estou sentada em um restaurante em que ninguém come - só digita.
90% das pessoas sentadas (inclusice eu) estão de olho nas telas, com suas orelhas grudadas em telefones multifuncinais e com as cabeças beeeeem longe daqui.
Muito doido.
Tô achando que garçon vai virar uma profissão em extinção.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
tricontando
Sempre que viajo, coloco na mala itens que ajudam a passar o tempo.
Pensei em alguns:
- Um livro (quase nuuuunca leio. Enjoo no avião e no hotel, acabo ou saindo ou vendo tv. Mas mesmo assim, levo.)
- Tocador de música (no celular, no ipod, etc)
- laptop (geralmente com fins de trabalho);
Mas ultimamente, o bloco de anotações tem sido super útil para anotar as idéias e idas e vindas do pensamento. Além disso, nunca se sabe quando o santo vai baixar e me inspirar para escrever um romance de 200 páginas!
Será que quando eu for velhinha, vou fazer tricô na sala de embarque??
Pensei em alguns:
- Um livro (quase nuuuunca leio. Enjoo no avião e no hotel, acabo ou saindo ou vendo tv. Mas mesmo assim, levo.)
- Tocador de música (no celular, no ipod, etc)
- laptop (geralmente com fins de trabalho);
Mas ultimamente, o bloco de anotações tem sido super útil para anotar as idéias e idas e vindas do pensamento. Além disso, nunca se sabe quando o santo vai baixar e me inspirar para escrever um romance de 200 páginas!
Será que quando eu for velhinha, vou fazer tricô na sala de embarque??
quarta-feira, 23 de junho de 2010
idas e vindas da baranguice
(Já estou com este post na cabeça há dias, mas hoje fui incentivada por uma leitora, e resolver então, postar!)
Outro dia, me disseram uma frase muito pertinente ao universo das idas e vindas e que serve que consolo aos corações:
“Viajo porque preciso, mas volto porque te amo”.
Outro dia, me disseram uma frase muito pertinente ao universo das idas e vindas e que serve que consolo aos corações:
“Viajo porque preciso, mas volto porque te amo”.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Hoje é a abertura da Copa 2010
O post de hoje é em homenagem à Copa – afinal, hoje é a abertura do evento na África do Sul!
Estava caminhando para o trabalho e vi uma senhorinha caminhando com estas duas peças raras. O mais engraçado foi quando eu pedi para tirar uma foto dos bichinhos.
A dona delas, tentando fazer as cachorrinhas olharem para acima, falou assim: “Luluuu, luluuu, olha o bifinho! Olha o bifinho!!”
hehehe Todo mundo precisa de estímulos, né?
Estava caminhando para o trabalho e vi uma senhorinha caminhando com estas duas peças raras. O mais engraçado foi quando eu pedi para tirar uma foto dos bichinhos.
A dona delas, tentando fazer as cachorrinhas olharem para acima, falou assim: “Luluuu, luluuu, olha o bifinho! Olha o bifinho!!”
hehehe Todo mundo precisa de estímulos, né?
segunda-feira, 7 de junho de 2010
carneirinhos
Geralmente, não tenho problemas para dormir - só para acordar!
Mas ontem, demorei a pegar no sono. e nada pior do que ficar rolando na cama, sem conseguir dormir...
O corpo tava quieto, mas a cabeça.................... deu voltas! peguei o laptop para trabalhar um pouco (ai que tristeza) e fiquei até a bateria acabar.
Depois que a bateria acabou, fiquei olhando para minha estante, pensando na melhor forma de arrumá-la.
Depois, fiquei pensando no blog e sobre que eu poderia escrever...
Aqui está o supra sumo das minhas idéias!
Mas ontem, demorei a pegar no sono. e nada pior do que ficar rolando na cama, sem conseguir dormir...
O corpo tava quieto, mas a cabeça.................... deu voltas! peguei o laptop para trabalhar um pouco (ai que tristeza) e fiquei até a bateria acabar.
Depois que a bateria acabou, fiquei olhando para minha estante, pensando na melhor forma de arrumá-la.
Depois, fiquei pensando no blog e sobre que eu poderia escrever...
Aqui está o supra sumo das minhas idéias!
domingo, 6 de junho de 2010
na boca do povo
outro dia, vi uma van adesivada e li umas 3 vezes para entender o que estva escrito...
Conseguiu entender? (leia a parte lateral da van)
é "Shrek Papaléguas" - O Ogro dos Transportes!
Conseguiu entender? (leia a parte lateral da van)
é "Shrek Papaléguas" - O Ogro dos Transportes!
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