quarta-feira, 23 de março de 2011

No meio do caminho tinha “Os Gêmeos”

Hellos! Recentemente, tive a oportunidade de visitar o Parque Ibirapuera e passar na frente do MAM. Enquanto eu estava perdida, procurando o local da palestra para qual eu estava inscrita, percebi que tinha um painel liiindo atrás de mim! Era uma obra d’ “Os Gêmeos”, os irmãos grafiteiros de São Paulo. Os danadinhos são conhecidos no mundo inteiro pelos painéis coloridos e inspirados que fazem.


Eu já tinha visto algumas obras em um livro sobre Grafitte em algumas cidades do mundo, mas ver ao vivo é sempre melhor, né?

Vejam duas fotos que tirei lá na hora (não ficaram muito boas por causa da câmera e porque toda hora passava alguém na frente... de qualquer forma, fica o registro).


segunda-feira, 21 de março de 2011

No meio do caminho tinha o Roldinei.

Outro dia, estava indo para o Rio de Janeiro e conheci uma peça rara.


Ele veio sentado do meu lado no avião, com seus 20 e poucos anos e sotaque nordestino.
Na verdade, só fui conversar com ele da metade do vôo para frente, mais precisamente a partir da hora do lanche, quando escutei o sujeito dizendo: “ande meu filho [comissário de bordo], estou com uma fome danada”.
Eu sorri, simpatizando. A partir daí o papo rolou solto. O sujeito era tão divertido que resolvi transformar a conversa em uma entrevista – com a sua ciência e aprovação. Quando falei que iria colocar o papo no blog, inicialmente ele ficou meio encabulado, mas um tempinho depois já dizia: “anote aí para colocar lá na internet...”. Massa.

Sendo assim, apresento-lhes Roldinei (leia-se “Rôldnei”).

PERFIL
- 21 anos;
- Natural de Fortaleza – CE;
- Estava em Belo Horizonte para fazer conexão para chegar ao Rio;
- Era a primeira vez que viajava de avião;
- Era a primeira vez em Belo Horizonte (e achou a cidade – no caso, o aeroporto) frio demais! “frio da porra”, para ser mais clara. Observação: nas vésperas fazia 31°C na cidade);

PERGUNTAS E RESPOSTAS (texto produzido a partir da entrevista, dos buracos da minha memória e da minha interpretação livre)

M - Em que você estava pensando antes de começarmos a conversar?
R – Ah... que estava com muita fome! Fui comer neste aeroporto, mas é tudo muito caro! Um sanduíche custa R$ 12. É um almoço, não é? Aí eu resolvi esperar o lanchinho do avião, mas é pouco demais...
(ele devorou o lanche dele e o meu)

M – Porque você está viajando?
R – Estou indo para o Rio para fazer a prova do concurso da Petrobrás, em Macaé.

M – Para qual área?
R – Eletroquímica [Nota: não tenho certeza se era esta área mesmo...]. É nível técnico.

M – E você estudou muito? Acha que vai passar?
R – Fiz cursinho, né? Acho que vou passar sim, tô nervoso. Se eu passar vai ser bom demais... vou ficar rico.

M – E como você vai fazer para ir para Macaé?
R – Minha namorada e o tio dela, que também trabalha na Petrobrás, estão me esperando. Do aeroporto, nós vamos para lá de carro.

M – Você viaja muito?
R – Não... vou mais é para uma praia perto de Fortaleza. Aracati. Muito bonito lá. Minha namorada tem uma casa lá.

M – Mais algum lugar que você goste de ir?
R – Anote aí: Ataiba. Fica no Ceará. Canoa Quebrada também.

M – Roldinei, você fala muito rápido... quase não te entendo..
R – (risos) Lá todo mundo fala assim... (pausa) Vocês é que falam cantado...

M – E vc? Está gostando de viajar de avião?
R – Tô... dá uma pressãozinha no ouvido, né? Balança igual no ônibus... Vindo de Fortaleza para cá [Belo Horizonte], eu li esta revista [da Gol] todinha mas não dormi...

M – É... você deve estar um pouco nervoso...
R – Um pouco... eu fiquei meio aperreado quando a aeromoça falou que o avião estava indo para Confins... Eu pensei: “Ai meu Deus do Céu, mas eu vou é para Belo Horizonte! Pequei o avião errado! Mas depois eu entendi que é assim que chama o aeroporto daí, né? Confins... (risos) Já pensou se eu vou parar no lugar errado!!

O idasevindasdemirilim deseja ao Roldinei uma boa viagem e muito boa sorte no concurso!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dica Literária - Parte II

Existe diferença entre um viajante e um turista? Uma maneira de diferenciá-los talvez seja dizer que o viajante está mais aberto à aventura, e o turista, mais ligado a um roteiro convencional. Não se deve pensar, porém, que o fato de usar uma mochila nas costas transforma alguém imediatamente num aventureiro. Nem pensar que se você entre em um ônibus turístico estará imediatamente destinado a ter uma viagem banal. Não é a mochila ou a ausência dela que determina isso, e sim a inquietação, a curiosidade, o desejo de experimentar, que são bastante pessoais.”



Levar um guia de viagens ajuda? Pode ser útil, mas pode limitar bastante. Recomendaria que o turista trocasse os guias por bons romances de autores do país que vai visitar. Ou que escutasse a música que produzem. O seu potencial para inspirar e fazer imaginar é muito maior.”


(sobre este último trecho: recentemente, fiz uma viagem para Londres, local onde eu nunca tinha visitado. Eu estava super empolgada e doida para ir ao Abbey Road, Studio em que os Beatles gravaram a maioria de seus discos, além de ser o local onde a banda tirou uma das fotos mais clássicas de toda a história da música mundial. Entretanto, veio como um grande balde de água fria o comentário de uma pessoa que estava comigo. Ela havia lido em uma guia de viagem que Abbey Road estava listado com um dos “Locais que você não precisa ir”. Quando ela falou, nem acreditei, a final de contas, estávamos falando de Abbey Road. Peguei o guia para comprovar esta falácia e esta escrito isso mesmo... resultado, como tínhamos 2 dias para ver Londres inteira, foi consenso no grupo que não iríamos lá... Fico triste só de pensar! Prometi para mim mesma que ainda volto lá só para pisar naquela calçada danada!)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dica Literária - Parte I

Buenas!



Queridos, não sei se alguém aí teve a oportunidade dar uma folheada na edição de Janeiro da revista da Gol (com o Lázaro Ramos na capa). Nela, encontrei uma matéria que me chamou a atenção, sobre um escritor que escreveu dois livros com temas relativos à viagens: “A arte de viajar” e “Uma semana no aeroporto”, de Alain de Botton. Na hora que vi a manchete, associei ao blog! Decidi colocar aqui no idasevindasdemirilim.blogspot.com alguns trechos da matéria:


(na verdade, achei que tinha tudo a ver com o blog, por que, além de tratar de uma temática comum – pessoas em transito, observações do que está ao redor e impressões de alguém de fora – um bom livro é um ótimo companheiro de viagem, se não for ele mesmo o responsável pela viagem por si só!)


“Em A arte de viajar (lançado em 2003 no Brasil), [o autor] discorreu sobre as emoções que acometem quem está em trânsito. Em Uma semana no aeroporto, recém lançado por aqui, descreve o que se passa com funcionários do local e com quem está prestes a embarcar ou acaba de chegar.”


“ ‘A viagem é como a vida. Seu sucesso vai depender menos do dinheiro que você gastar e mais da informação que tem sobre você mesmo.’, afirma De Botton (...).” ( ADOREI!)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

poltronas da frente

Fazia um bom tempo que eu não sentava em uma das poltronas da frente do avião (de 1 a 10). Recentemente, fui premiada com um destes assentos! Sentei feliz e contente na cadeira e fiquei pensando porque mesmo eu prefiro a sessão dianteira do avião:



1) É mais rápido para entrar e para sair – se estiver no corredor, melhor ainda;


2) Dá para ver a carinha da aeromoça quando tem turbulência;


3) Você tem mais tempo para comer seu lanchinho!


sábado, 5 de fevereiro de 2011

que coisa, não?

fico pensando quem irá rebocá-lo...

Piadinhas de taxistas...

Aviões quase nunca vêm desacompanhados de táxisss. E ao contrário da tripulação das empresas aéreas, os taxistas sempre querem conversar. Alguns são mais “amistosos” ainda e chegam a contar piadas. Tudo bem, desde que elas sejam boas. Entretanto, não foi o caso desta vez... seguem 2 anedotas infanes que fui obrigada a escutar do mesmo desinfeliz:



1) Eu: “Em quanto tempo o Sr. acha que chegamos ao aeroporto?”
Ele: “Ah, o transito está tranquilo agora.. Só umas 3 horas de meia...” :/


2) Eu: “ Quanto deu a corrida?
Ele: “ R$ 500 tá bom pra você?” :/


Tem gosto para tudo


desconfio que esse carro seja da Carla Perez...

Crianças no avião

Comentário de uma criança num vôo da Gol:
Menina: "Mãe... mas é só isso que tem pra comer?"
Mãe: "é."
Menina: "só isso mesmo??"
Aeromoça finge que não ouviu.

Enquanto isso, no mesmo vôo...
(avião em leve saculejo)
Criança, com naturalidade: "Mãe, tá caindo?"
Mãe: "tá doido menino!?" (mas fez o sinal da cruz logo depois)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

oh vida... oh céus...

porque será que chamam todos os vôos menos o meu?
Será que é teoria da conspiração ou a Gol não está afim de me deixar chegar em casa??


"a espera é difícil..."

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

sábado, 20 de novembro de 2010

BH - Tiradentes - BH

(este post está guardado deste de agosto...)

Neste final de semana, teve uma idaevinda especial: fui a Tiradentes para presenciar o casamento lindo. Lindo pelos noivos, pelo cenário, pelas companhias e pela alegria de todos que estavam lá.
O fato do casamento ser em outra cidade (que não a da maioria dos convidados) trouxe efeitos interessantes: houve quem achou bom, quem achou longe, quem achou seilá, mas acho que grande maioria, se encantou ao chegar lá. Fiquei pensando que isso é natural de qualquer mudança: começa-se reclamando daquilo, porque é diferente ou porque te tira de casa / (zona de) conforto, mas depois que chega lá, acha bacana e pensa: "que bom que eu vim".

Outra questão que vale ser comentada aqui é porção que "coisa" engraçadas que surgiram na viagem. Listo algumas, com suas devidas explicações e/ou ilustrações:

- Aluga-se cinto de castidade e máscara de ferro - acho que Tiradentes é a única cidade do mundo em que se expoe um manequim na rua, com uma máscara de ferro e um cinto de castidade - e o melhor, vc pode alugá-los!! Ficou interessado?
- No caminho de volta, encontra-se uma placa: "A máfia da batata doce". Máfia explosiva esta!!!
- Um encontro de amarelo com bonina (tem outro nome para a cor do bouganville?)

- Bar onde as cantoras contratadas são jogadas para o escanteio e quem assume são os bebacos;
- os rocamboles mais especiais do mundo: o legítimo, o original, o melhor, o autêntico, o primeiro, o real, o pioneiro, o santo, o primogênito, etc.
- A Casa da Insanidade Mental - foi lá que eu encontrei o Raul. :)


ps: não deixe de ir a Tiradentes.

horário de verão

tem muita gente que detesta horário de verão. eu não - na verdade, até gosto. tenho a sensação de que estou sempre adiatanda (algo muuuuito raro para mim q tenho mania de me atrasar para qualquer compromisso). outra coisa boa do horário de verão é poder sair do trabalho e ainda estar claro. para mim, esta regra tb não se aplica muito porque sou meio "vampira" - só saio do trabalho quando está escuro. De qualquer forma, pela janela do escritório ainda consigo usufruir do horário de verão:

enquanto isso, no aeroporto...

olás...
outro dia, entrei no banheiro de um aeroporto e corri para fazer um pipi antes de embarcar - banheiro de avião, para mim, só em casos de extreeema necessidade. Fui, "resolvi" o que eu tinha que resolver e, quando olhei para trás, dei de cara com um lindo bouquet de flores. Ele estava simplesmente esquecido no cantinho da cabine... que dó! fiquei pensando em quem é doida que simplesmente largar um bouquet assim...
De duas uma: ou o sujeito não prestava, ou o amor já passou...

domingo, 3 de outubro de 2010

sem gás


outro dia, dei sorte e dei azar.
estava feliz, satisfeita e atrasada, à caminho de um treinamento, quando de repente - não mais que de repente, minha gasolina acaba! o carro foi parando, parando parando, atá parar de vez!
leve pânico no momento, especialmente por que estar no olho do furacao - rua são paulo com avenida augusto de lima - mas consegui jogar o carro num cantinho de forma a não atrabalhar o transito.
Pronto, problema 1 resolvido.
Para fazer o carro voltar a funcionar de vez, eu tinha q procurar um posto e comprar uma daquelas sacolas de gasolina salvadoras. entretanto, chuvia consideravelmente. "putz", pensei. logo depois, lembrei q tinha uma sombrinha do porta malas!! resultado: problema 2 minimizado.
Havia um posto a 3 quarteirões dali. chegando lá, não só o mocinho tinha um galão de gasolina para me dar, mas, vendo minha carinha desconsolável, improvisou um funil para eu despejar a gasolina no tanque - mal sabia ele que este deve ter sido a 5º ou 6º vez q minha gasolina acaba no meio da rua...
Well, problema 3 aniquilado!
Caminhando para o carro, depejei o líquido e, apesar do banho de combustível e manchas na jaqueta, tudo certo. Dei partida no carro, mas ele não ligou. "Que meleca...", pensei. Lembrei que de outras vezes, tive que sacudir o carro - para a gasolina "assentar". Então, lá estava eu, sentada no carro, pulando feito uma criança birrenta. folego recuperado, dei partida de novo. e desta vez, foi sucesso. Problema 4 já era!

ps: obrigada ao mocinho do posto que sem sua participação nada disso teria se tornado realidade!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ouvidos bem abertos

Buenas.

Se vc é uma pessoa que mantém seus ouvidos bem abertos em suas idas e vindas, com certeza, aprende muito - e é mais certo ainda que ria muito com as bobagens que algumas pessoas falam por aí!

Outro dia, me contaram um diálogo muito curioso que se deu no ônibus:
"- Não fulana... POBLEMA é quando é com os outros! POBREMA é quando é com você!"  :)

Recentemente, escutei outra pérola: "Cavalo que tem São Jorge, não anda a pé"!
Isso sim é sabedoria popular!

domingo, 12 de setembro de 2010

achei

"queridos amigos da rede globo",
terminei de ler um livro recentemente que gostei bastante. Se chama RUM - DIÁRIO DE UM JORNALISTA BÊBADO e, para quem gosta de narrativas envolventes, recomendo.
Lendo, encontri uma frase muito legal, em que o autor conseguiu resumir um sentimento que eu tenho sempre que vou a uma cidade que não conheço. Sentimento este que nunca consegui explicar bem, mas que ficou totalmente claro através da frase:

"Dentro do táxi, relaxei e acendi um pequeno charuto comprado na lanchonete. Estava me sentindo melhor, sonolento, aquecido e completamente livre. Vendo as palmeiras passarem e olhando para o sol imenso queimando a estrada, tive um vislumbre de algo que não sentia desde meus primeiros meses na Europa - uma mistura de ignorância com uma certa confiança incerta e despreocupada, do tipo que costuma surgir em um homem quando o vento volta a soprar e ele começa a se mover em linha reta na direção de um horizonte desconhecido."

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Idas e Vindas em época de Campanha Eleitoral

CAMPANHAS ELEITORAIS

As idas e vindas em épocas de campanha eleitoral sempre ficam mais coloridas – placas de “Dr. Saracura”, banners de “Cabo Zezão”, faixas de “Fulaninho da Ambulância” enfeitam as ruas das cidades brasileiras entre agosto e outubro dos anos eleitorais. Ao cruzar a cidade ou ao fazer um breve passeio a pé é impossível não ver, pelo menos, um exemplar da criatividade alheia.
Inclusive, estive pensando o quanto a “indústria do voto” gera empregos e desenvolve as comunidades locais. Imaginem só a quantidade de gente que aprendeu e/ou exercitou suas habilidades no Photoshop ultimamente? É só pensar que, para cada carinha ridícula que você vê em um santinho por aí, existe alguém que retocou o rosto daquele infeliz.
Além disso, o que seria dos “impostadores de bandeiras” da Savassi sem os candidatos ao governo do estado? Acredito que a população da região triplicou durante o período de eleição – e com isso, a demanda por restaurantes, hospedagem, transporte, sessões de descarrego, etc.
Entretanto, o que mais me chama a atenção neste circo eleitoreiro é o que as pessoas fazem dele. Talvez meu interesse nisso se justifique pela minha própria incapacidade de escolher um candidato descente entre um ruim e outro pior.
De qualquer forma, considero que é inevitável sorrir ao ver o cartaz de um candidato pichado, a imagem de um político artificialmente banguela, ou o vídeo de um palhaço querendo ser um deputado federal. Sendo assim, faço minha contribuição ao vandalismo político neste blog.
Conheçam a minha versão do velho cretino Newtão.


Ps: gostou? Mande sua contribuição e ela poderá ser publicada neste blog!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

ME LAVE

Prezados,
Meu carro está entrou em estágio “calamitoso” de sujeira...
Há dias, tenho observado que os lavadores de carro não têm me oferecido mais para dar aquela geral no veículo – ninguém mais diz: “Oh dona, vamo lavar hoje?”.
Pelo contrário. Quando estaciono, procuro pelo lavador na rua, mas logo eles se escondem atrás de outros carros (mais limpos que o meu). Ganhei até isenção de gorjeta, pois não me cobram mais!

Entretanto, esta história chegou a seu ápice na semana passada. Ao sair do trabalho, encontrei meu carro na rua (do jeito que eu o deixei lá), porém com um recado: um “ME LAVE!” escrito no vidro traseiro com a própria sujeira do carro... Um grito de misericórdia! “Me lave”! Ironicamente, achei o mááááximo que meu carro tinha se transformado em brinquedo dos meninos que passam na rua! Molecagem. Mas havia algo estranho naquele recado... tinha uma palavra que estava difícil de identificar. “Me lave p... l... e... a... s... e....”. “Please”?!?!?!? Como assim? Estes moleques estavam muito espertinhos. Sabiam até escrever em inglês! Uau! Curioso, mas quem mais poderia ser?!

Na manhã seguinte, quando cheguei ao trabalho, descobri que meus coleguinhas, com dó do meu carro, escreveram aquela súplica! Hehe

Por um momento, pensei que até os moleques já estavam se preparando para a copa e escrevendo recados em inglês!

Ps: e se vc pensa que depois disso lavei o carro, vc está enganado...

domingo, 15 de agosto de 2010

camera+celular

efinitivamente, os celulares com câmeras já provaram sua grande utilidade para mim – inclusive, desde a criação deste blog, ela ficou mais evidente. Eu não tenho que andar com dois equipamentos eletrônicos na bolsa (um celular e uma câmera), não corro o risco de estar com a máquina em casa quando mais preciso dela comigo, além de ter a possibilidade de registrar alguns momentos preciosos com considerável discrição. Citar-lhes-ei um exemplo corriqueiro.



Outro dia, caminhava pela rua enquanto pensava na vida, quando de repente, reparei que, em minha frente, havia um sujeito com uma mancha na calça... bem no popozão. Cheguei mais perto (discretamente, é claro) para ver. Aquela mancha não “era um pássaro, nem um avião” – era um super chicletes!!


Ao constatar esta (in)feliz situação,rapidamente, enviei a mão na bolsa para pegar meu celular e registrar o momento. (Nossa, eu não podia perder esta! Tinha que colocar no Idas e Vindas!) Com todo jeitinho e astúcia, consegui tirar uma foto do traseiro melecado (arhh!) sem levantar suspeitas!! (imagine se o sujeito vira e me vê com uma máquina fotográfica na mão, rindo e tirando uma foto da bunda dele??!! Com o celular, eu poderia pelo menos fingir que estava ligando, ou escrevendo uma inocente mensagem!)


Voltado ao chicletes, fiquei pensando quanto tempo iria levar para alguém dizer ao pobrezinho do traseiro que ele tinha sentado num chicletes... Quem seria a alma caridosa que lhe pouparia de mais algum constrangimento?


Não, não fui eu.