Dando andamento a série de entrevistas iniciadas com Roldinei – veja post do dia 21 de Março 2011 – fiz questão de escolher a dedo o próximo entrevistado.
Ele é com certeza, uma pessoa única, que desperta a simpatia por onde quer que passe.
Um “Guerreiro Medieval”, ou melhor, um guerreiro da Amazônia, que veio a Belo Horizonte estudar, trabalhar e se preparar para fazer o que ama.
Da Amazônia para o mundo, este é o Robert Silva Santos.
Seus projetos não são modestos. Para este ano, ele espera escrever seu 4º livro e quer transformar as histórias dos 3 primeiros (“Guerreiros Medievais”) em filme.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
(como já dito, o texto foi produzido a partir da entrevista, dos buracos da minha memória e da minha interpretação livre)
M – Robert, vamos começar do começo: quantos anos você tem?
R – 24 anos, mas com cara de 17!
M – Como e por que você resolveu vir a Belo Horizonte?
R – Vim para cá porque quero estudar Cinema. Tenho um projeto de transformar meu livro em filme, então agora eu estou estudando para passar na federal. Meu amigo, que é daqui, é que falou para eu vir para cá, que a cidade era boa. Eu ia até morar com este meu amigo, mas na época que eu vim, deu tudo errado. Ele se mudou de BH e foi para os Estados Unidos trabalhar em um jornal, então eu tive que encontrar outro lugar para morar. Também tenho um irmão que mora aqui, mas eu não gosto dele não. Prefiro não procurar ele porque não me dou muito bem com ele porque ele é meu irmão por parte de pai.
(Comentário de Mirilim: é assim mesmo gente, sem pausa nenhuma).
M – E onde / com quem vc mora agora?
R – Ah, agora, moro com uma professora de português e dança e outro menino que estuda na FUMEC.
M – Mas como vc conheceu eles aqui?
R – Vi um anúncio – um cartazinho – no restaurante onde eu almoço de vez em quando. Aí, eles estavam procurando alguém para dividir o apartamento e eu fui.
M – Mas vc não teve medo?? Vc não conhecia estas pessoas e morar junto é algo complicado...
R – É verdade. Eu ficava pensando “Meu Deus, será que eu vou dar conta de morar com estas pessoas?” mas hoje eu gosto... Eles está fizeram um aniversário surpresa para mim outro dia. É. Compraram bolo e tudo. Chorei muito este dia. Eu adoro chorar...
M – É mesmo? Então vc deve chorar vendo filmes?
R – Choro... você já viu Harry Potter? Pois é eu chorei vendo este... Quando mataram o amigo do Harry (me esqueci o nome dele), eu não gostei não...
M – Vc já conhece o www.idasevindasdemirilim.blogspot.com , né?
R – Já sim. Aquele dia que você me falou, eu entrei para ver. Morri de ir daquele dia que você falou que escutou a conversa do homem da fila. Eu também faço isso: escuto a conversa dos outros! Uma vez, entrei na conversa de uma moça da fábrica (onde ele trabalhava antes) com as amigas dele. Ela tava contando um não sei o que lá do marido ele e eu não aguentei e disse que achava que isso que o marido dela fazia era errado. Ela não gostou muito não... Me chamou de enxerido (por que será??).
M – E Belo Horizonte para vc? É seu trânsito ou seu destino?
R – Ah... para Manaus eu não voltou – só para visitar... Mas não sei mais para onde eu vou não... Talvez Los Angeles, por causa do filme. Belo Horizonte é meu trânsito. De 0 a 100, aqui é o Km 50.
M – O que vc acha da cidade?
R – Esta cidade marca muita coisa para mim. Oh, para começar, acho que fiquei mais maduro. Lá em Manaus, com meus amigos e minha família, eu era sempre muito protegido... outro dia eu adoeci aqui em Belo Horizonte (Robert queimou a perna muito sério). Foi horrível. Eu achei que ia morrer sozinho em casa! Isso é triste! Mas tirando este dia, eu gosto de andar sozinho aqui... todo sábado eu saio. As meninas do trabalho ficam perguntando e eu falo com elas que eu vou ao cinema sozinho. (...) A solidão inspira, sabia? É. Aqui em Belo Horizonte, eu escrevo mais.
Mas eu gosto da cidade. Eu adoro ver que, a uma hora da manhã, ainda tem barzinho aberto na rua! Lá em Manuas, parece que a meia noite, toca o relógio e o povo sai correndo para casa... Aqui parece que a cidade não pára! (pergunte se algum belo-horizontino concorda com isso!! Se achar alguém te dou um doce!)
M – Além do cinema, onde você gosta de ir?
R – Ah, eu gosto de ir no Parque das Mangabeiras. Acho que, por ser de Manaus, eu me sinto bem, com verde perto de mim. Sentar de baixo de uma árvore me faz muito bem. Eu fico ali de baixo pensando um teeempão.
M – Como e porque você começou a escrever?
R – Eu comecei escrevendo umas aventuras para meu grupo de amigos e eu jogarmos RPG (para quem não conhece, o esquema do RPG é o seguinte: antes de começar a jogar, uma aventura / uma história é definida e ela vai se modificando a partir de como o jogo caminha e da sorte dos jogadores / personagens. Na grande maioria das vezes, as histórias têm temas medievais, com bastante magia e figuras fantásticas). Meus amigos que me estimularam. Aí eu comecei e não parei... tinha vez que eu está sonhava com os personagens, acredita?
M – E o qual autoral são suas histórias?
R – Se as histórias são minhas??
M – Que são suas, eu sei – vc as escreve. Mas quero saber o quanto de você tem no guerreiro, no personagem.
R – Ah, tem tudo. Por exemplo, a moral deste livro que vai virar filme, é que a gente nunca deve confiar demais nas pessoas que estão muito próximas de você. Escrevi isso porque tenho uma história de traição – experiência própria. Tem sempre um Judas no meio, sabe? Esta minha história é que uma amiga, para quem eu contava tudo da minha adolescência, foi e falou para todo mundo meus segredos. Por isso que o livro tem uma vilã. Além do que a vilã, é sempre mais legal que o vilão, né?
M – Por quê?
R – Porque o vilão pode ser mal, ele mata e faz maldade e pronto. A vilã não. Ela pode até matar, mas antes, ela induz, ela seduz. É igual a vilã da história: ela faz os outros fazerem as maldades que ela manda. Eu sou muito noveleiro – adoro. Vc lembra aquela novela da Flora? Eu gostava muito do vilanismo dela. Ela articulava, seduzia. Eu mesmo achava que a outra lá da história é que era a vilã...
Em agosto, vou começar a escrever o 4º livro sequência...
M – Achei que o 3º era o último da história.
R – Ele é, mas o 4º é um complemento. Os 3 primeiros, escreve usando a estrutura de “começo, meio e fim”. Mas o 4º vai ser um extra. E nele vai ter um super vilão – mais do que a vilã que te falei antes. Vou construir este vilã baseado nos meus irmãos –tive irmãos muito ruins – e na minha madrasta (mulher do meu avó, que me criou). Eu era muito sem liberdade. Mas em Janeiro de 2012, eu vou escrever meu primeiro livro contemporâneo. Um Romance. Um amigo meu me perguntou como é que eu vai escrever um romance se eu não namoro... ah, mas vou escrever assim mesmo.
M – Vc está sozinho atualmente?
R – Já faz um tempo, uns 2 anos. Ah não sei.
M – Mas a solidão é uma opção ou uma imposição?
R – Não dá para namorar e escrever. Com alguém, vc se distrai... e acho que eu prefiro escrever. Prefiro as histórias.
Acho que o amor esparra em você e te pega desprevenido... a hora que for...
M – E como você se descreveria para alguém?
R – Ahh, vou falar o que falam de mim, tá:
1) Eu falo muito;
2) Sou amante da vida: Se me mandassem escolher entre uma vida sem graça de 100 anos e outra de 50 anos, cheia de aventuras, eu iria escolher a mais curta (por que será que ele saiu de Manaus e veio para BH sozinho?? Qualquer semelhança com um guerreiro nas terras altas é mera coincidência...);
3) Sou curioso;
4) Sou burro – (como assim,Robert?!) é. Não sei nada de matemática! Hehe
5) Sou responsável.
M – Qual a primeira música que te vem à cabeça?
R – “Over come”, do Creed. Minha banda favorita.
M –E a segunda?
R – Creed também. “With arms wide open”. De braços bem abertos.
M – E o que mais você quer falar para mim?
R – Que meu filme preferido é O Senhor dos Anéis (O retorno do rei) e Titanic. Que minha cor preferida é preta. Que meu número da sorte é o 14 e que meu signo é gêmeos.
Obrigada, Robert!
(para quem ficou curioso(a) para conhecer mais sobre o Robert, acessem: www.guerreirosmedievaiss.blogspot.com)
segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
idas e vindas versão tv
o canal GNT está com um programa novo, que se chama CHEGADAS E PARTIDAS. ele é apresentado pela Astrid (aqueeeeeela da MTV de mil anos atrás) e tem como tema, histórias de pessoas comuns que estão nos aeroportos do brasil.
Antes de fazer este post, dei uma olhada no site do programa e me peguei emocionada e sorrindo com o programada... http://gnt.globo.com/chegadasepartidas/Videos/_1483096.shtml
Assinado: Maria Manteiga!
ps: GNT, se quiserem, posso ser correspondente de vocês!!
fonte: revista da tam (capa carlos saldanha)
Antes de fazer este post, dei uma olhada no site do programa e me peguei emocionada e sorrindo com o programada... http://gnt.globo.com/chegadasepartidas/Videos/_1483096.shtml
Assinado: Maria Manteiga!
ps: GNT, se quiserem, posso ser correspondente de vocês!!
fonte: revista da tam (capa carlos saldanha)
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espera; BH - idas e vindas,
idas e vindas,
vi por aí
domingo, 15 de maio de 2011
são apenas balas
outro dia fiquei presa no trânsito na avenida do contorno - até aí, tudo normal.
como estava sozinha (sem rádio, sem música, etc), busquei distração como a mulher (levemente) neurótica que sou: resolvi arrumar o carro.
Saldo: 1 caneta que não funcionava mais, muitos papéis distribuídos em sinal de trânsito, 3 medalhinhas de santo de meu pai, 1 pote começado de álcool em gel, R$ 1,35 em moedas, várias presilhas de cabelo, 7 papéis de registro de ponto e, em destaque, 12 balas.
A descoberta dos docinhos seria um evento de muita alegria para a mulher em TPM que sou/estou, mas como estou de regime, estufei o peito e relembrei minhas promessa de não comer doce por 1 mês. Eu poderia oferecer as balas para as pessoas que entram no carro e pegam carona comigo, mas aí bateu a dúvida da tradicional família mineira que reside em mim: será que elas se ofenderiam se eu as oferece balas de motel (paaaasmem! sim, como mulher e ser vivo que sou, vou a motéis e recebo balinhas na saída)?? Achei melhor ficar quieta e deixei as balas onde estavam.
Naquela mesma noite, uma querida pessoa entrou no carro e, vendo das balas, não só adorou mas pediu uma. Com muito gosto, entreguei-a uma porção.
Tudo resolvido.
Quando vc oferece, também se expõe. E ás vezes, é disso mesmo que as pessoas gostam... Sou assim.
como estava sozinha (sem rádio, sem música, etc), busquei distração como a mulher (levemente) neurótica que sou: resolvi arrumar o carro.
Saldo: 1 caneta que não funcionava mais, muitos papéis distribuídos em sinal de trânsito, 3 medalhinhas de santo de meu pai, 1 pote começado de álcool em gel, R$ 1,35 em moedas, várias presilhas de cabelo, 7 papéis de registro de ponto e, em destaque, 12 balas.
A descoberta dos docinhos seria um evento de muita alegria para a mulher em TPM que sou/estou, mas como estou de regime, estufei o peito e relembrei minhas promessa de não comer doce por 1 mês. Eu poderia oferecer as balas para as pessoas que entram no carro e pegam carona comigo, mas aí bateu a dúvida da tradicional família mineira que reside em mim: será que elas se ofenderiam se eu as oferece balas de motel (paaaasmem! sim, como mulher e ser vivo que sou, vou a motéis e recebo balinhas na saída)?? Achei melhor ficar quieta e deixei as balas onde estavam.
Naquela mesma noite, uma querida pessoa entrou no carro e, vendo das balas, não só adorou mas pediu uma. Com muito gosto, entreguei-a uma porção.
Tudo resolvido.
Quando vc oferece, também se expõe. E ás vezes, é disso mesmo que as pessoas gostam... Sou assim.
sábado, 7 de maio de 2011
Este é dos difíceis
Acho que quando criei este blog, eu não tinha noção da versatilidade de assuntos que eu poderia trabalhar de baixo deste tema – idas e vindas... Hoje, estou especialmente pensativa, então nada mais me resta se não dar assas aos meus pensamentos.
A idéia do blog é falar sobre o que passa pela minha cabeça quando eu estou em trânsito, de um lado para outro, enquanto eu vou e/ou volto. Hoje a noite percebi o quanto este movimento de ida + vinda é complexo. Perceba que o pulo do gato aqui é entender que as coisas vão E voltam para vc. Que tudo bem dois lados e que ir é muito diferente de vir. Cada fez que vc “vai”, vê as coisas de um jeito. Quando vc “volta”, pode-se até chegar ao mesmo lugar, mas a perspectiva é outra. Talvez eu consiga me explicar melhor através de um exemplo. Imagine que vc está sentado em um balanço – indo de um lado para o outro, ora subindo, ora caindo. Vc sai e chega ao mesmo lugar (a posição em que o balanço para), mas ir e vir são dois movimentos muito diferentes.São diferentes porque a sensação de se aproximar o céu é muito diferente do sentimento de se acercar do chão – apesar de serem o mesmo trajeto. Quando vc vai, a passagem se aproxima mas quando vc volta, na sua frente, tudo se afasta.
Cito como exemplo uma situação atual: estou sempre acostumada a viajar e deixar BH. Desta vez, eu fui deixada em BH. É a mesma viagem, o mesmo movimento, mas ao invés de “me aproximar do céu”, estou no movimento contrário, chegando próxima ao chão. Sempre saí, deixando a casa vazia. Agora, a casa vazia sou eu. Outro exemplo: primeiro diga “eu te amo” para alguém. Depois, peça para que digam a mesma frase para você. Soa diferente, né?... Uma coisa é ir (dizer), a outra é vir (ouvir).
A complexidade está aí: o ir e vir implica na mudança de perspectiva, em enxergar como é o outro lado da moeda. E às vezes isso não é fácil. Ir e Vir é trocar de papel; de posição; de situação para oposição; é passar de senhor escravo, de reprimido a repressor; de filha a mãe.
A idéia do blog é falar sobre o que passa pela minha cabeça quando eu estou em trânsito, de um lado para outro, enquanto eu vou e/ou volto. Hoje a noite percebi o quanto este movimento de ida + vinda é complexo. Perceba que o pulo do gato aqui é entender que as coisas vão E voltam para vc. Que tudo bem dois lados e que ir é muito diferente de vir. Cada fez que vc “vai”, vê as coisas de um jeito. Quando vc “volta”, pode-se até chegar ao mesmo lugar, mas a perspectiva é outra. Talvez eu consiga me explicar melhor através de um exemplo. Imagine que vc está sentado em um balanço – indo de um lado para o outro, ora subindo, ora caindo. Vc sai e chega ao mesmo lugar (a posição em que o balanço para), mas ir e vir são dois movimentos muito diferentes.São diferentes porque a sensação de se aproximar o céu é muito diferente do sentimento de se acercar do chão – apesar de serem o mesmo trajeto. Quando vc vai, a passagem se aproxima mas quando vc volta, na sua frente, tudo se afasta.
Cito como exemplo uma situação atual: estou sempre acostumada a viajar e deixar BH. Desta vez, eu fui deixada em BH. É a mesma viagem, o mesmo movimento, mas ao invés de “me aproximar do céu”, estou no movimento contrário, chegando próxima ao chão. Sempre saí, deixando a casa vazia. Agora, a casa vazia sou eu. Outro exemplo: primeiro diga “eu te amo” para alguém. Depois, peça para que digam a mesma frase para você. Soa diferente, né?... Uma coisa é ir (dizer), a outra é vir (ouvir).
A complexidade está aí: o ir e vir implica na mudança de perspectiva, em enxergar como é o outro lado da moeda. E às vezes isso não é fácil. Ir e Vir é trocar de papel; de posição; de situação para oposição; é passar de senhor escravo, de reprimido a repressor; de filha a mãe.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Gosto e cor de carro não se discute
Vcs já devem ter visto o Novo Uno com cor de Post It pelas ruas, né?
Mas será que já viram o Fox cor de Minas Gás???
Mas será que já viram o Fox cor de Minas Gás???
terça-feira, 19 de abril de 2011
Hein?!
Não sei se já comentei aqui no blog que tenho a péssima mania de prestar atenção na conversa dos outros... bem intrometida, mesmo.
Foi numa destas que, sem querer querendo, colhi informação para este post.
Tinha um carioca na minha frente falando ao telefone, então comecei a prestar atenção e escutei ele dizendo algo do tipo: “vamô marcar de passar lá”.
Como a pessoa que estava falando com o sujeito não entendeu o que ele falou (ela também achou q ele falava rápido demais), pediu para repetir. Então ele disse de novo (umas 3 vezes) até eu e o ouvinte original da conversa entendermos finalmente. O carioca estava dizendo: “vamô comprar uma carne pra assar lá!”
Tinha um carioca na minha frente falando ao telefone, então comecei a prestar atenção e escutei ele dizendo algo do tipo: “vamô marcar de passar lá”.
Como a pessoa que estava falando com o sujeito não entendeu o que ele falou (ela também achou q ele falava rápido demais), pediu para repetir. Então ele disse de novo (umas 3 vezes) até eu e o ouvinte original da conversa entendermos finalmente. O carioca estava dizendo: “vamô comprar uma carne pra assar lá!”
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Taxi 2
No caminho, vi uma asa delta linda voando pelos céus do Rio. Fiquei interessada e comentei com o taxista. Não é que o cara era instrutor de vôo?!?! (acho que os taxistas são os profissionais mais versáteis que existe no mundo! Este povo já fez ou faz um zilhão de coisas.... com certeza, têm muita história para contar)
Meu mais novo amigo (o taxista) estava me contando que se você quiser pular da pedra de Gávea, ponto tradicional do esporte, vc deverá desembolsar, no mínimo R$ 270. Se quiser que te filme e/ou fotografem, é + R$120. Segundo ele, os vôos têm duração média de 15 a 20 minutos, dependendo da térmica do dia. Ele aconselha os dias mais quentes, pois os ventos são mais fartos e fazem com que a asa delta fique mais tempo no ar.
Perguntei sobre a sensação de voar e ele me respondeu que sempre que pula (com frequência), sente um frio na barriga, especialmente na hora que sai do chão. Depois o medinho vai embora e fica só a deliciosa liberdade.
Esta seria uma ida e vinda interessantes, hein?... Cenas dos próximos posts...
Meu mais novo amigo (o taxista) estava me contando que se você quiser pular da pedra de Gávea, ponto tradicional do esporte, vc deverá desembolsar, no mínimo R$ 270. Se quiser que te filme e/ou fotografem, é + R$120. Segundo ele, os vôos têm duração média de 15 a 20 minutos, dependendo da térmica do dia. Ele aconselha os dias mais quentes, pois os ventos são mais fartos e fazem com que a asa delta fique mais tempo no ar.
Perguntei sobre a sensação de voar e ele me respondeu que sempre que pula (com frequência), sente um frio na barriga, especialmente na hora que sai do chão. Depois o medinho vai embora e fica só a deliciosa liberdade.
Esta seria uma ida e vinda interessantes, hein?... Cenas dos próximos posts...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
companhias de viagem
Buenas!
Outro dia, contei aqui uma entrevista que fiz com Roldnei - garoto muito bacana que conheci no avião. Tê-lo encontrado foi tudo uma questão de acaso e que, com certeza, fez aquela viagem mais agradável (e ainda me rendeu um post). Entretanto, acho que gastei toda minha sorte com ele. Isso porque, na última viagem que fiz, eu SÓ dei azar.
Jesus amado. Foi uma seleção de "fuleragem" que não tinha condição! Seguem os breve relatos:
PERSONAGEM 1: Cid Guerreiro
Estou bem sentadinha em minha poltrona, esperando todos os passageiros entrarem para podermos decolar. Tudo muito bem, muito calmo. De repende, começei a reparar que, lá no início do corredor, estava acontecendo um pequeno barraco. "Ai, deve ser brasileiro", pensei.
A medida que a razão do bafçao se aproximava, eu ficava mais certa de meu comentário... Sim era um grupinho de brasileiros... num axé, numa alegria de irratar qualquer um! Dentre o grupo, destaco o "Cid Guerreiro": uma mulher com o cabelo desgrenhado, falando alto, com seus pés descalços e sapatos de salto alto cor de rosa na mão.
E adivinha onde a Cid Guerreiro e seu grupinho foram acomodar seus pôpôs???
Sim, bem do meu lado.
PERSONAGEM 2: Di
Na turma de Cid, havia uma pessoa chamada de "Di".Vi as pessoas comentando: "Cadê Di? Cadê Di? Vixx, Di está lá atrás!", "Venha para cá, Di!". Eis que então surgi a tal Di. E adivinha onde ela sentou? Exatamente na poltrona vaga do meu lado. aff
Papo vai, pai vem, o avião decolou e a turma Cid Guerreiro e Cia estavam a todo vapor. Di, que fazia parte da turma, não ficou de fora - conversou, riu, tomou cerveja, levantou e sentou algumas vezes, etc.
Lá pelas tantas (a viagem - para minha alegria - era longa), Di ficou caladinha... Benzadeus! ficou quieta.
Fui ver porque: Di se encontrava exatamente na seguinte posição, com relação ao outro sujeito (desconhecido) que na mesma fileira:
Mas ela estava tão envolvida (eufemismo para "bico") com o filme que estava passando no laptop do vizinho, que acho que ela seria capaz de, de repente, pedir ao sujeito para pausar o filme rapidinho porque ela não tinha conseguido acompanhar a última fala do personagem....
PERSONAGEM 3: a Bruxa do 71
Vou resumir pq estou com muito sono: a mulher me encarou por 9 horas, duvidou que eu era brasileira, me chamou por "pssiu" e, quando eu não respondia, cutucava meu pé!!! uma verdadeira assombração!!!
Outro dia, contei aqui uma entrevista que fiz com Roldnei - garoto muito bacana que conheci no avião. Tê-lo encontrado foi tudo uma questão de acaso e que, com certeza, fez aquela viagem mais agradável (e ainda me rendeu um post). Entretanto, acho que gastei toda minha sorte com ele. Isso porque, na última viagem que fiz, eu SÓ dei azar.
Jesus amado. Foi uma seleção de "fuleragem" que não tinha condição! Seguem os breve relatos:
PERSONAGEM 1: Cid Guerreiro
Estou bem sentadinha em minha poltrona, esperando todos os passageiros entrarem para podermos decolar. Tudo muito bem, muito calmo. De repende, começei a reparar que, lá no início do corredor, estava acontecendo um pequeno barraco. "Ai, deve ser brasileiro", pensei.
A medida que a razão do bafçao se aproximava, eu ficava mais certa de meu comentário... Sim era um grupinho de brasileiros... num axé, numa alegria de irratar qualquer um! Dentre o grupo, destaco o "Cid Guerreiro": uma mulher com o cabelo desgrenhado, falando alto, com seus pés descalços e sapatos de salto alto cor de rosa na mão.
E adivinha onde a Cid Guerreiro e seu grupinho foram acomodar seus pôpôs???
Sim, bem do meu lado.
PERSONAGEM 2: Di
Na turma de Cid, havia uma pessoa chamada de "Di".Vi as pessoas comentando: "Cadê Di? Cadê Di? Vixx, Di está lá atrás!", "Venha para cá, Di!". Eis que então surgi a tal Di. E adivinha onde ela sentou? Exatamente na poltrona vaga do meu lado. aff
Papo vai, pai vem, o avião decolou e a turma Cid Guerreiro e Cia estavam a todo vapor. Di, que fazia parte da turma, não ficou de fora - conversou, riu, tomou cerveja, levantou e sentou algumas vezes, etc.
Lá pelas tantas (a viagem - para minha alegria - era longa), Di ficou caladinha... Benzadeus! ficou quieta.
Fui ver porque: Di se encontrava exatamente na seguinte posição, com relação ao outro sujeito (desconhecido) que na mesma fileira:
Mas ela estava tão envolvida (eufemismo para "bico") com o filme que estava passando no laptop do vizinho, que acho que ela seria capaz de, de repente, pedir ao sujeito para pausar o filme rapidinho porque ela não tinha conseguido acompanhar a última fala do personagem....
PERSONAGEM 3: a Bruxa do 71
Vou resumir pq estou com muito sono: a mulher me encarou por 9 horas, duvidou que eu era brasileira, me chamou por "pssiu" e, quando eu não respondia, cutucava meu pé!!! uma verdadeira assombração!!!
quarta-feira, 23 de março de 2011
No meio do caminho tinha “Os Gêmeos”
Hellos! Recentemente, tive a oportunidade de visitar o Parque Ibirapuera e passar na frente do MAM. Enquanto eu estava perdida, procurando o local da palestra para qual eu estava inscrita, percebi que tinha um painel liiindo atrás de mim! Era uma obra d’ “Os Gêmeos”, os irmãos grafiteiros de São Paulo. Os danadinhos são conhecidos no mundo inteiro pelos painéis coloridos e inspirados que fazem.
Eu já tinha visto algumas obras em um livro sobre Grafitte em algumas cidades do mundo, mas ver ao vivo é sempre melhor, né?
Vejam duas fotos que tirei lá na hora (não ficaram muito boas por causa da câmera e porque toda hora passava alguém na frente... de qualquer forma, fica o registro).
Eu já tinha visto algumas obras em um livro sobre Grafitte em algumas cidades do mundo, mas ver ao vivo é sempre melhor, né?
Vejam duas fotos que tirei lá na hora (não ficaram muito boas por causa da câmera e porque toda hora passava alguém na frente... de qualquer forma, fica o registro).
segunda-feira, 21 de março de 2011
No meio do caminho tinha o Roldinei.
Outro dia, estava indo para o Rio de Janeiro e conheci uma peça rara.
Ele veio sentado do meu lado no avião, com seus 20 e poucos anos e sotaque nordestino.
Na verdade, só fui conversar com ele da metade do vôo para frente, mais precisamente a partir da hora do lanche, quando escutei o sujeito dizendo: “ande meu filho [comissário de bordo], estou com uma fome danada”.
Eu sorri, simpatizando. A partir daí o papo rolou solto. O sujeito era tão divertido que resolvi transformar a conversa em uma entrevista – com a sua ciência e aprovação. Quando falei que iria colocar o papo no blog, inicialmente ele ficou meio encabulado, mas um tempinho depois já dizia: “anote aí para colocar lá na internet...”. Massa.
Sendo assim, apresento-lhes Roldinei (leia-se “Rôldnei”).
PERFIL
- 21 anos;
- Natural de Fortaleza – CE;
- Estava em Belo Horizonte para fazer conexão para chegar ao Rio;
- Era a primeira vez que viajava de avião;
- Era a primeira vez em Belo Horizonte (e achou a cidade – no caso, o aeroporto) frio demais! “frio da porra”, para ser mais clara. Observação: nas vésperas fazia 31°C na cidade);
PERGUNTAS E RESPOSTAS (texto produzido a partir da entrevista, dos buracos da minha memória e da minha interpretação livre)
M - Em que você estava pensando antes de começarmos a conversar?
R – Ah... que estava com muita fome! Fui comer neste aeroporto, mas é tudo muito caro! Um sanduíche custa R$ 12. É um almoço, não é? Aí eu resolvi esperar o lanchinho do avião, mas é pouco demais...
(ele devorou o lanche dele e o meu)
M – Porque você está viajando?
R – Estou indo para o Rio para fazer a prova do concurso da Petrobrás, em Macaé.
M – Para qual área?
R – Eletroquímica [Nota: não tenho certeza se era esta área mesmo...]. É nível técnico.
M – E você estudou muito? Acha que vai passar?
R – Fiz cursinho, né? Acho que vou passar sim, tô nervoso. Se eu passar vai ser bom demais... vou ficar rico.
M – E como você vai fazer para ir para Macaé?
R – Minha namorada e o tio dela, que também trabalha na Petrobrás, estão me esperando. Do aeroporto, nós vamos para lá de carro.
M – Você viaja muito?
R – Não... vou mais é para uma praia perto de Fortaleza. Aracati. Muito bonito lá. Minha namorada tem uma casa lá.
M – Mais algum lugar que você goste de ir?
R – Anote aí: Ataiba. Fica no Ceará. Canoa Quebrada também.
M – Roldinei, você fala muito rápido... quase não te entendo..
R – (risos) Lá todo mundo fala assim... (pausa) Vocês é que falam cantado...
M – E vc? Está gostando de viajar de avião?
R – Tô... dá uma pressãozinha no ouvido, né? Balança igual no ônibus... Vindo de Fortaleza para cá [Belo Horizonte], eu li esta revista [da Gol] todinha mas não dormi...
M – É... você deve estar um pouco nervoso...
R – Um pouco... eu fiquei meio aperreado quando a aeromoça falou que o avião estava indo para Confins... Eu pensei: “Ai meu Deus do Céu, mas eu vou é para Belo Horizonte! Pequei o avião errado! Mas depois eu entendi que é assim que chama o aeroporto daí, né? Confins... (risos) Já pensou se eu vou parar no lugar errado!!
O idasevindasdemirilim deseja ao Roldinei uma boa viagem e muito boa sorte no concurso!
Ele veio sentado do meu lado no avião, com seus 20 e poucos anos e sotaque nordestino.
Na verdade, só fui conversar com ele da metade do vôo para frente, mais precisamente a partir da hora do lanche, quando escutei o sujeito dizendo: “ande meu filho [comissário de bordo], estou com uma fome danada”.
Eu sorri, simpatizando. A partir daí o papo rolou solto. O sujeito era tão divertido que resolvi transformar a conversa em uma entrevista – com a sua ciência e aprovação. Quando falei que iria colocar o papo no blog, inicialmente ele ficou meio encabulado, mas um tempinho depois já dizia: “anote aí para colocar lá na internet...”. Massa.
Sendo assim, apresento-lhes Roldinei (leia-se “Rôldnei”).
PERFIL
- 21 anos;
- Natural de Fortaleza – CE;
- Estava em Belo Horizonte para fazer conexão para chegar ao Rio;
- Era a primeira vez que viajava de avião;
- Era a primeira vez em Belo Horizonte (e achou a cidade – no caso, o aeroporto) frio demais! “frio da porra”, para ser mais clara. Observação: nas vésperas fazia 31°C na cidade);
PERGUNTAS E RESPOSTAS (texto produzido a partir da entrevista, dos buracos da minha memória e da minha interpretação livre)
M - Em que você estava pensando antes de começarmos a conversar?
R – Ah... que estava com muita fome! Fui comer neste aeroporto, mas é tudo muito caro! Um sanduíche custa R$ 12. É um almoço, não é? Aí eu resolvi esperar o lanchinho do avião, mas é pouco demais...
(ele devorou o lanche dele e o meu)
M – Porque você está viajando?
R – Estou indo para o Rio para fazer a prova do concurso da Petrobrás, em Macaé.
M – Para qual área?
R – Eletroquímica [Nota: não tenho certeza se era esta área mesmo...]. É nível técnico.
M – E você estudou muito? Acha que vai passar?
R – Fiz cursinho, né? Acho que vou passar sim, tô nervoso. Se eu passar vai ser bom demais... vou ficar rico.
M – E como você vai fazer para ir para Macaé?
R – Minha namorada e o tio dela, que também trabalha na Petrobrás, estão me esperando. Do aeroporto, nós vamos para lá de carro.
M – Você viaja muito?
R – Não... vou mais é para uma praia perto de Fortaleza. Aracati. Muito bonito lá. Minha namorada tem uma casa lá.
M – Mais algum lugar que você goste de ir?
R – Anote aí: Ataiba. Fica no Ceará. Canoa Quebrada também.
M – Roldinei, você fala muito rápido... quase não te entendo..
R – (risos) Lá todo mundo fala assim... (pausa) Vocês é que falam cantado...
M – E vc? Está gostando de viajar de avião?
R – Tô... dá uma pressãozinha no ouvido, né? Balança igual no ônibus... Vindo de Fortaleza para cá [Belo Horizonte], eu li esta revista [da Gol] todinha mas não dormi...
M – É... você deve estar um pouco nervoso...
R – Um pouco... eu fiquei meio aperreado quando a aeromoça falou que o avião estava indo para Confins... Eu pensei: “Ai meu Deus do Céu, mas eu vou é para Belo Horizonte! Pequei o avião errado! Mas depois eu entendi que é assim que chama o aeroporto daí, né? Confins... (risos) Já pensou se eu vou parar no lugar errado!!
O idasevindasdemirilim deseja ao Roldinei uma boa viagem e muito boa sorte no concurso!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Dica Literária - Parte II
“Existe diferença entre um viajante e um turista? Uma maneira de diferenciá-los talvez seja dizer que o viajante está mais aberto à aventura, e o turista, mais ligado a um roteiro convencional. Não se deve pensar, porém, que o fato de usar uma mochila nas costas transforma alguém imediatamente num aventureiro. Nem pensar que se você entre em um ônibus turístico estará imediatamente destinado a ter uma viagem banal. Não é a mochila ou a ausência dela que determina isso, e sim a inquietação, a curiosidade, o desejo de experimentar, que são bastante pessoais.”
“ Levar um guia de viagens ajuda? Pode ser útil, mas pode limitar bastante. Recomendaria que o turista trocasse os guias por bons romances de autores do país que vai visitar. Ou que escutasse a música que produzem. O seu potencial para inspirar e fazer imaginar é muito maior.”
(sobre este último trecho: recentemente, fiz uma viagem para Londres, local onde eu nunca tinha visitado. Eu estava super empolgada e doida para ir ao Abbey Road, Studio em que os Beatles gravaram a maioria de seus discos, além de ser o local onde a banda tirou uma das fotos mais clássicas de toda a história da música mundial. Entretanto, veio como um grande balde de água fria o comentário de uma pessoa que estava comigo. Ela havia lido em uma guia de viagem que Abbey Road estava listado com um dos “Locais que você não precisa ir”. Quando ela falou, nem acreditei, a final de contas, estávamos falando de Abbey Road. Peguei o guia para comprovar esta falácia e esta escrito isso mesmo... resultado, como tínhamos 2 dias para ver Londres inteira, foi consenso no grupo que não iríamos lá... Fico triste só de pensar! Prometi para mim mesma que ainda volto lá só para pisar naquela calçada danada!)
“ Levar um guia de viagens ajuda? Pode ser útil, mas pode limitar bastante. Recomendaria que o turista trocasse os guias por bons romances de autores do país que vai visitar. Ou que escutasse a música que produzem. O seu potencial para inspirar e fazer imaginar é muito maior.”
(sobre este último trecho: recentemente, fiz uma viagem para Londres, local onde eu nunca tinha visitado. Eu estava super empolgada e doida para ir ao Abbey Road, Studio em que os Beatles gravaram a maioria de seus discos, além de ser o local onde a banda tirou uma das fotos mais clássicas de toda a história da música mundial. Entretanto, veio como um grande balde de água fria o comentário de uma pessoa que estava comigo. Ela havia lido em uma guia de viagem que Abbey Road estava listado com um dos “Locais que você não precisa ir”. Quando ela falou, nem acreditei, a final de contas, estávamos falando de Abbey Road. Peguei o guia para comprovar esta falácia e esta escrito isso mesmo... resultado, como tínhamos 2 dias para ver Londres inteira, foi consenso no grupo que não iríamos lá... Fico triste só de pensar! Prometi para mim mesma que ainda volto lá só para pisar naquela calçada danada!)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Dica Literária - Parte I
Buenas!
Queridos, não sei se alguém aí teve a oportunidade dar uma folheada na edição de Janeiro da revista da Gol (com o Lázaro Ramos na capa). Nela, encontrei uma matéria que me chamou a atenção, sobre um escritor que escreveu dois livros com temas relativos à viagens: “A arte de viajar” e “Uma semana no aeroporto”, de Alain de Botton. Na hora que vi a manchete, associei ao blog! Decidi colocar aqui no idasevindasdemirilim.blogspot.com alguns trechos da matéria:
(na verdade, achei que tinha tudo a ver com o blog, por que, além de tratar de uma temática comum – pessoas em transito, observações do que está ao redor e impressões de alguém de fora – um bom livro é um ótimo companheiro de viagem, se não for ele mesmo o responsável pela viagem por si só!)
“Em A arte de viajar (lançado em 2003 no Brasil), [o autor] discorreu sobre as emoções que acometem quem está em trânsito. Em Uma semana no aeroporto, recém lançado por aqui, descreve o que se passa com funcionários do local e com quem está prestes a embarcar ou acaba de chegar.”
“ ‘A viagem é como a vida. Seu sucesso vai depender menos do dinheiro que você gastar e mais da informação que tem sobre você mesmo.’, afirma De Botton (...).” ( ADOREI!)
Queridos, não sei se alguém aí teve a oportunidade dar uma folheada na edição de Janeiro da revista da Gol (com o Lázaro Ramos na capa). Nela, encontrei uma matéria que me chamou a atenção, sobre um escritor que escreveu dois livros com temas relativos à viagens: “A arte de viajar” e “Uma semana no aeroporto”, de Alain de Botton. Na hora que vi a manchete, associei ao blog! Decidi colocar aqui no idasevindasdemirilim.blogspot.com alguns trechos da matéria:
(na verdade, achei que tinha tudo a ver com o blog, por que, além de tratar de uma temática comum – pessoas em transito, observações do que está ao redor e impressões de alguém de fora – um bom livro é um ótimo companheiro de viagem, se não for ele mesmo o responsável pela viagem por si só!)
“Em A arte de viajar (lançado em 2003 no Brasil), [o autor] discorreu sobre as emoções que acometem quem está em trânsito. Em Uma semana no aeroporto, recém lançado por aqui, descreve o que se passa com funcionários do local e com quem está prestes a embarcar ou acaba de chegar.”
“ ‘A viagem é como a vida. Seu sucesso vai depender menos do dinheiro que você gastar e mais da informação que tem sobre você mesmo.’, afirma De Botton (...).” ( ADOREI!)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
poltronas da frente
Fazia um bom tempo que eu não sentava em uma das poltronas da frente do avião (de 1 a 10). Recentemente, fui premiada com um destes assentos! Sentei feliz e contente na cadeira e fiquei pensando porque mesmo eu prefiro a sessão dianteira do avião:
1) É mais rápido para entrar e para sair – se estiver no corredor, melhor ainda;
2) Dá para ver a carinha da aeromoça quando tem turbulência;
3) Você tem mais tempo para comer seu lanchinho!
1) É mais rápido para entrar e para sair – se estiver no corredor, melhor ainda;
2) Dá para ver a carinha da aeromoça quando tem turbulência;
3) Você tem mais tempo para comer seu lanchinho!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Piadinhas de taxistas...
Aviões quase nunca vêm desacompanhados de táxisss. E ao contrário da tripulação das empresas aéreas, os taxistas sempre querem conversar. Alguns são mais “amistosos” ainda e chegam a contar piadas. Tudo bem, desde que elas sejam boas. Entretanto, não foi o caso desta vez... seguem 2 anedotas infanes que fui obrigada a escutar do mesmo desinfeliz:
1) Eu: “Em quanto tempo o Sr. acha que chegamos ao aeroporto?”
Ele: “Ah, o transito está tranquilo agora.. Só umas 3 horas de meia...” :/
2) Eu: “ Quanto deu a corrida?
Ele: “ R$ 500 tá bom pra você?” :/
1) Eu: “Em quanto tempo o Sr. acha que chegamos ao aeroporto?”
Ele: “Ah, o transito está tranquilo agora.. Só umas 3 horas de meia...” :/
2) Eu: “ Quanto deu a corrida?
Ele: “ R$ 500 tá bom pra você?” :/
Crianças no avião
Comentário de uma criança num vôo da Gol:
Menina: "Mãe... mas é só isso que tem pra comer?"
Mãe: "é."
Menina: "só isso mesmo??"
Aeromoça finge que não ouviu.
Enquanto isso, no mesmo vôo...
(avião em leve saculejo)
Criança, com naturalidade: "Mãe, tá caindo?"
Mãe: "tá doido menino!?" (mas fez o sinal da cruz logo depois)
Menina: "Mãe... mas é só isso que tem pra comer?"
Mãe: "é."
Menina: "só isso mesmo??"
Aeromoça finge que não ouviu.
Enquanto isso, no mesmo vôo...
(avião em leve saculejo)
Criança, com naturalidade: "Mãe, tá caindo?"
Mãe: "tá doido menino!?" (mas fez o sinal da cruz logo depois)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
oh vida... oh céus...
porque será que chamam todos os vôos menos o meu?
Será que é teoria da conspiração ou a Gol não está afim de me deixar chegar em casa??
"a espera é difícil..."
Será que é teoria da conspiração ou a Gol não está afim de me deixar chegar em casa??
"a espera é difícil..."
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